desenvolvimento pessoal

A volta de quem não foi e a importância do foco

Hoje encontrei umas faturas do começo do ano de 2009, nos primeiros meses em que se coincidiu com meu primeiro trabalho regular remunerado, quando era bolsista.

O valor total era uma cifra perto (mas não chegava) de estonteantes R$ 100,00, e ainda o banco era cara-de-pau de me oferecer, logo em seguida, um parcelamento com a igualmente estonteante quantia mínima em destaque de 16 reais e alguma coisa...

Deixar as cartas dessas faturas, juntamente com outras cartas acumuladas em uma gaveta de meu apartamente já um tanto abarrotado de outras coisas guardadas mostra um hábito ruim de não dar atenção à coisas "menos importantes".

O mais importante é estudar e trabalhar. Logo, checar e descartar as cartas antigas para liberar espaço acaba tendo uma importância secundária. Resultado: cartas de até 7 anos ocupando um local que não precisava ocupar.